“O pingo do i”

Discorde, é de graça e não te causa irritação.

9

de
março

Brilho eterno de uma mente sem lembranças

Eu senti medo. Não pelos animais na pista, e nem pela falta de rumo. Senti desproteção em relação à companhia. Minha presença ali seria inútil caso ele precisasse.
Era uma noite linda. Iluminada também pela lua. Mas da ponte, conseguiamos ver uma orquestra de vaga-lumes. Sintonizados tão brilhantemente que parecia haver uma intenção de hipnose. Era tudo tão simples e contraditoriamente tão encantador. Minha respiração se encontrou e a intensidade variava de acordo com as luzinhas traseiras daqueles bichinhos. A admiração era tal que só mais tarde pude me encontrar num abraço gostoso. Intencionalmente quente. Cordialmente frio.
Não pude dizer nada. Não pude sequer sair dali. Passei meu resto de eternidade naqueles poucos segundos dentro daqueles braços luminosos, iluminados e silenciosos. Qualquer palavra quebraria o encanto que Deus criou e nos presenteou naquela noite. Qualquer reação seria desnecessária. Então eu vivi…
Só pude me recobrar quando eles voaram.
Talvez eles não tenham voado até hoje

9

de
março

“Brilho eterno de uma mente sem lembranças”

Eu senti medo. Não pelos animais na pista, e nem pela falta de rumo. Senti desproteção em relação à companhia. Minha presença ali seria inútil caso ele precisasse.
Era uma noite linda. Iluminada também pela lua. Mas da ponte, conseguiamos ver uma orquestra de vaga-lumes. Sintonizados tão brilhantemente que parecia haver uma intenção de hipnose. Era tudo tão simples e contraditoriamente tão encantador. Minha respiração se encontrou e a intensidade variava de acordo com as luzinhas traseiras daqueles bichinhos. A admiração era tal que só mais tarde pude me encontrar num abraço gostoso. Intencionalmente quente. Cordialmente frio.
Não pude dizer nada. Não pude sequer sair dali. Passei meu resto de eternidade naqueles poucos segundos dentro daqueles braços luminosos, iluminados e silenciosos. Qualquer palavra quebraria o encanto que Deus criou e nos presenteou naquela noite. Qualquer reação seria desnecessária. Então eu vivi…
Só pude me recobrar quando eles voaram.
Talvez eles não tenham voado até hoje.

8

de
março

caos diário…

meu pai está doente,

minha mãe está carente

minha irmã está à frente

meu irmão é o ausente

e eu… a delinquente!

28

de
fevereiro

Revolução

A frieza dele foi que deixou meu coração assim.

As borboletas no estômago quase não voam, por causa do frio.

E como eu insito em pensar, sempre que isso acontece, as minhas batidas aceleram e eu perco a calma.  A vontade que eu tenho é ir correndo, gritando feito uma doida, porque é assim que eu estou. Mas ele não tem essa falta de juízo. Então eu ficaria sozinha, com minha eterna mania.

A medida que as batidas aceleram, a respiração fica mais ofegante, até o instante em que o próprio coração se anestesia e eu sinto como se não houvesse nada lá, no mediastino. Esse deve ser o vazio que a saudade entrega. Essa é a resposta, inconsiente que meu cérebro dá. Ele libera adrenalina até me mostrar que seria melhor se realmente não houvesse nada. E nem ninguém.  

Quando isso acaba, me resta um misto saudade-revolta que me deixa prosseguir. Até a próxima revolução. Uma de cada vez. Um carnaval de cada vez. Uma oportunidade única. Uma vontade eterna.

 

“…Dê um jeito de telefonar, apareça
Eu quero ouvir a tua voz
Me embalando nos seus braços pra ser feliz

Preciso tanto te amar, novamente
E sentir o teu calor
Te cantando sempre os mesmos versos de amor…”

 

  • Obs.: Eu não disse que eram grandes?

27

de
fevereiro

Faço melhor…

Troco meus sonhos e minhas palavras por um final de semana em São Thomé…

Troco meu sorriso pela liberdade!

27

de
fevereiro

“Chinesa ‘aluga’ a própria vida pela internet

Após fracassos em 2008, Chen Xiao resolveu não tomar mais decisões.
A jovem cobra o equivalente a R$ 7 por hora para fazer tarefas aleatórias.

Cansada de tomar decisões, a jovem chinesa Chen Xiao resolveu oferecer sua vida para quem estiver disposto a pagar. Pela internet, ela deixa que as pessoas escolham o que ela fará a cada dia, em uma loja virtual aberta para os milhões de internautas chineses.

“É seu direito escolher o que Chen Xiao fará, e é minha obrigação atendê-lo”, afirma a jovem em sua página na rede. A loja virtual foi aberta em dezembro, depois que Chen chegou à conclusão de que sua vida em 2008 havia sido “um desastre”. Sua cidade natal foi devastada por uma tempestade, seus amigos se divorciaram e a loja de roupas que ela possuía foi à falência. 

“Sempre que eu tinha um plano, ele não se concretizava. Então decidi que se deixasse as pessoas tomarem as decisões por mim, talvez eu encontrasse algo interessante”, afirmou a moradora de Pequim à rede americana CNN.

Ela cobra o equivalente a cerca de R$ 7 por hora para quem quiser alugar sua vida, e já foi obrigada a realizar tarefas como entregar ração para cães e gatos e almoçar com um mendigo. “Algumas tarefas simples me deixaram muito feliz.”

A jovem não sabe até quando vai atender os pedidos cibernéticos, mas afirma que, no momento, a solução cai como uma luva nos tempos de crise financeira. ”

 

 

 

 

Genial… como não pensei nisso antes? Fica aqui então minha propaganda…tô atoa mesmo, procurando um emprego! Cobro menos por causa da crise. Tiro foto, filmo! R$5,00 hr/vida

8

de
fevereiro

E eu já não esperava mais nada. A noite passada terminara de forma tão desastrosa, que nada aliviaria o aperto no peito. E meu coração estava realmente partido. Eu busquei, mais uma vez. Eu sentia uma solidão quando olhava, disfarçadamente, aqueles olhos. Com cílios enormes! Eu tentava explicar o mal que aquelas últimas palavras, e que eram desnecessárias, tinham me feito. Qualquer verdade, depois de uma noite especial, é desnecessária. Naquele minuto eu senti o gosto amargo do meu próprio veneno. Entendi que não preciso falar tudo o que sinto, principalmente quando estou com as pessoas que me importam e quando elas não querem saber o que sinto.

Um lugar que era feito praquela noite. Era descontrativo. Era tudo o que eu precisava pra engolir aquela mágoa. Engoli, mas não esqueci. Havia mais gente. Não houve beijo. Não houveram sorrisos maiores. Não houve prazer algum em estar ali. Houve redenção. Foi como se aqueles cílios me devessem isso, por todo o amor gratuito. Mas era gratuito. E ainda é…

Naquela segunda noite, ao me despedir, eu tive a certeza de que eu precisava era de uma forma de conquistar e manter íntegros aqueles cílios, que já fizeram molhados, tantas vezes os meus.

Tocou uma música… e eu senti, novamente, a vontade de dançar. Descalça, na areia. Pra sempre… com aqueles olhos cíliosos, que deveriam ser meus. Pra sempre…ou pelo menos até o dia clarear.

” Dona da minha cabeça ela vem como um carnaval
E toda paixão recomeça, ela é bonita, é demais
Não há um porto seguro, futuro também não há
Mas faz tanta diferença quando ela dança, dança

Eu digo e ela não acredita, ela é bonita demais
Eu digo e ela não acredita, ela é bonita, bonita
Digo e ela não acredita, ela é bonita demais
Eu digo e ela não acredita, ela é bonita, é bonita

Dona da minha cabeça quero tanto lhe ver chegar
Quero saciar minha sede milhões de vezes, milhões de vezes

Na força dessa beleza é que eu sinto firmeza e paz
Por isso nunca desapareça
Nunca me esqueça, eu não te esqueço jamais
Eu digo e ela não acredita, ela é bonita demais
Eu digo e ela não acredita, ela é bonita, bonita
Digo e ela não acredita, ela é bonita demais
Eu digo e ela não acredita, ela é bonita, é bonita ”

8

de
fevereiro

Domingo de indagação!

Qual é a melhor atitude diante do desperdício?  Porque é tão ruim estar sempre perdendo…

Perco a cabeça,  perco tempo (não com tanta certeza), perco as senhas, as oportunidades, o momento certo. Perco as chaves e os brincos, perco quilos (com muita dificuldade) , perco fios. Perco dinheiro na Mega-sena. Perco as idéias, perco as caronas e as carinhas. Perco sorrisos. Mas nada disso pode ser comparado à perda das papas da língua e a seguida perda das pessoas. Eu não sei perder, mas me perco numa facilidade! 

Será que é melhor esperar a chuva passar?

Janta - Marcelo Camelo

Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade

Eu quis te convencer mas chega de insistir
Caberá ao nosso amor o que há de vir
Pode ser a eternidade má
Caminho em frente pra sentir saudade

Paper clips and crayons in my bed
Everybody thinks that i’m sad
I’ll take a ride in melodies and bees and birds
Will hear my words
Will be both us and you and them together

Cause i can forget about myself, trying to be everybody else
I feel allright that we can go away
And please my day
I let you stay with me if you surrender

Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
(I can forget about myself trying to be everybody else)
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
(I feel all right that we can go away)
Pode ser a eternidade má
(And please my Day)
Eu ando sempre pra sentir vontade.
(I’ll let you stay with me if you surrender)

7

de
fevereiro

Ah

Tudo em excesso é derrota. Até a liberdade… quando é grande, traz um vazio tão grande..

2

de
fevereiro

Oraçãozinha de pós vestibular

Todo plano divino que é descoberto vira um sonho incontestável, e quando há fé, vira a realização conhecida como felicidade plena!

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