7
de
setembro
De volta…
É… é muito mais difÃcil realizar alguma coisa quando só você sabe, só você tem empenho. É preciso externalizar!!!
É… é muito mais difÃcil realizar alguma coisa quando só você sabe, só você tem empenho. É preciso externalizar!!!
Declaro para todos os fins e afins que estou mais apaixonada do que nunca!
Que amor é esse que se funde na idolatria e me proporciona um prazer tão grande? Que amor é esse que é trazido pelo vento traduzido em som? Quem, além de mim, tem a pureza de amar algo intocável e o medo de morrer desse amor?
Decepção não cabe nesse namoro. Sorriso sempre.
E eu fico amando, torcendo, me emocionando, prestando atenção em todos eles, são 9, desejando, como eu nunca desejei nada, que tudo de certo, porque Teatro Mágico é um espetáculo completo. É mais um presente do acaso, que é meu amigo e me proporciona mares nunca dante navegados.
“Brilha onde estiver”Â

Eu quero um namorado magro ou gordo, “loiro ou moreno, careca, cabeludo, rei, ladrão, polÃcia ou capitão” mas que seja barbudinho! Pelo menos nos finais de semana!
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Tenha óculos com hastes finas.
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Entende que o que eu quero é que ele possa acrescentar um pouco e tenha total disposição de me lapidar.
Quando for a hora de dizer em amor, pois que diga uma vez só, as outras estarão implÃcitas nos sorrisos que eu vou estimular. Eu sou muito divertida!
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Vamos dividir um ensino superior. Vamos completar nossos futuros.
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Mas vai observar, numa outra ocasião, que os meus defeitos, são iguais os dele. Mais uma vez, paciência. Se não houver, manda uma mensagem de madrugada. Vai chover e eu vou aparecer pra resolver tudo com um chocolate quentinho.Â
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Ele precisa sonhar.
Ele precisa escrever. E perdoar meus erros de ortografia. Rir comigo deles.
Ele pode acordar de mau-humor, desde que não tenha dormido ao meu lado.
Ele pode ter gastrite, sinusite, artrose, escoliose, trombose, cifose, epilepsia, cárie, estrabismo leve, pontas duplas no cabelo. Tanto faz.
Ele precisa ter sonhos e disposição pra aprender a sonhar como eu; e precisar ter uma barbinha rala pra eu poder lixar minhas unhas.
“Era uma vez um pequeno prÃncipe que habitava um planeta pouco maior que ele, e que tinha necessidade de um amigo…” Dá-me tristeza narrar essas lembranças! Faz já seis anos que meu amigo se foi…Se tento descrevê-lo aqui, é justamente porque não o quero esquecer. É triste esquecer um amigo. Nem todo o mundo tem amigo. E eu corro o risco de ficar como as pessoas grandes, que só se interessam por números. Experimentarei, é claro, fazer os retratos mais parecidos que puder. Mas não tenho muita esperança de conseguir. Engano-me também no tamanho. Ora o principezinho está muito grande, ora pequeno demais. Hesito também quanto à cor do seu traje. Vou arriscando então, aqui e ali. Enganar-me-ei provavelmente em detalhes dos mais importantes. Mas é preciso desculpar. Meu amigo nunca dava explicações. Julgava-me talvez semelhante a ele. Mas, infelizmente, não sei ver carneiro através de caixa. Sou um pouco como as pessoas grandes. Acho que envelheci.
Eu conheço um planeta onde há um sujeito vermelho, quase roxo. Nunca cheirou uma flor. Nunca olhou uma estrela. Nunca amou ninguém. Nunca fez outra coisa senão somas. E o dia todo repete como tu: “Eu sou um homem sério! Eu sou um homem sério!” e isso o faz inchar-se de orgulho. Mas ele não é um homem; é um cogumelo.
E se eu, por minha vez, conheço uma flor única no mundo, que só existe no meu planeta, e que um belo dia um carneirinho pode liquidar num só golpe, sem avaliar o que faz, - isto não tem importância?! Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões e milhões de estrelas, isso basta para que seja feliz quando a contempla. Ele pensa: “Minha flor está lá, nalgum lugar…”
“Não soube compreender coisa alguma! Devia tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras. Ela me perfumava, me iluminava… Não devia jamais ter fugido. Devia ter-lhe adivinhado a ternura sob os seus pobres ardis. São tão contraditórias as flores! Mas eu era jovem demais para saber amar.”
Mais uma vez estou eu, cá, sem saber o que pensar e sem o direito de imaginar qualquer situação . Assim fica difÃcil de dormir, mesmo estando coberta de exaustão.
Eu não quero mais, mas sem exageros. Não demora…
Eu não sou muito a favor de poesia. Me falta captação quando eu leio. Pra mim, todas elas deveriam ser musicadas.
Hoje apaguei algumas coisas certas. Decisão sábia. Estava na hora de reagir e domar meu coração. Acordar pra vida. E, por acaso, porém já esperado (afinal isso sempre acontece comigo), assim que fiz tudo isso, me deparei com Luis Fernando VerÃssimo - o autor que conta minhas verdades - quebrando qualquer argumento que foi utilizado a fim de me convercer de ter paciência:
A pessoa errada
“Pensando bem
Em tudo o que a gente vê, e vivência
E ouve e pensa
Não existe uma pessoa certa pra gente
Existe uma pessoa
Que se você for parar pra pensar
É, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa
Faz tudo certinho
Chega na hora certa,
Fala as coisas certas,
Faz as coisas certas,
Mas nem sempre a gente tá precisando
das coisas certas.
Aà é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça
Fazer loucuras
Perder a hora
Morrer de amor
A pessoa errada vai ficar um dia
sem te procurar
Que é pra na hora que vocês se encontrarem
A entrega ser muito mais verdadeira
A pessoa errada, é na verdade,
aquilo que a gente chama
de pessoa certa
Essa pessoa vai te fazer chorar
Mas uma hora depois vai estar enxugando
suas lágrimas
Essa pessoa vai tirar seu sono
Mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecÃvel
Essa pessoa talvez te magoe
E depois te enche de mimos pedindo seu perdão
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo
ao seu lado
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada
tem que aparecer pra todo mundo
Porque a vida não é certa
Nada aqui é certo
O que é certo mesmo, é que temos que viver
Cada momento
Cada segundo
Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo,
querendo,conseguindo
E só assim
É possÃvel chegar à quele momento do dia
Em que a gente diz:
“Graças à Deus deu tudo certo”
Quando na verdade
Tudo o que ele quer
É que a gente encontre a pessoa errada
Pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente…”
que eu vou conseguir escrever agora?
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peraà ó… “Eu te entrego tudo - Se eu nunca falar, eu me perderei, e por me perder, eu te perderia.” Fernando Anitelli - (inspiração)
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ops… agora vai…
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éééé…
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Quando eu te conheci……. seu olhar era tão diferente, tão puro……….e eu tenho uma eterna mania de maximizar as coisas, então ele se tornou fundamental……..e eu quero divividir (sic) todos os meus olhares lançados sobre tua partes, e somá-los aos seus, pra que juntos possamos olhar mais além. Ééééé… mais pra dentro, dividir tudo o que conquistamos, juntos ou separados. Errrr…. eu gosto tanto de você que parece que eu digo na intensão de te prender a mim. E na verdade, é verdade. Eu falo demais. Eu ouço pouco. Eu quero muito. Eu me perco pra te fazer ler nas estrelinhas (sic 2). Tsc…. deixa pra lá, esquece isso tudo. Dá pra resumir: vem logo. Eu te amo.
É… melhor decolar sozinha nessa vida doida. Melhor descolar, tirar a cabeça daqui de perto e deixar fluirem as idéias. Afinal… a vida começa agora!
“Tá certo que o nosso mau
Jeito foi vital
Pra dispensar o nosso bom;
O nosso som pausou.
E, portanto, exposição;
A disposição cansou.
Secou da fonte da paciência
E nossa excelência ficou lá fora.
Solução é a solidão de nós.
Deixe eu me livrar das minhas marcas;
Deixe eu me lembrar de criar asas.
Deixa que esse verão eu faço só.
Deixa que esse verão eu faço só.
Deixa que nesse verão eu faço sol.
Só me resta agora acreditar
Que esse encontro que se deu
Não nos traduziu melhor.
A conta da saudade
Quem é que paga?
Já que estamos brigados de nada;
Já que estamos fincados em dor.
Lembra o que valeu a pena
Foi nossa cena não ter pressa pra passar”
Eu senti medo. Não pelos animais na pista, e nem pela falta de rumo. Senti desproteção em relação à companhia. Minha presença ali seria inútil caso ele precisasse.
Era uma noite linda. Iluminada também pela lua. Mas da ponte, conseguiamos ver uma orquestra de vaga-lumes. Sintonizados tão brilhantemente que parecia haver uma intenção de hipnose. Era tudo tão simples e contraditoriamente tão encantador. Minha respiração se encontrou e a intensidade variava de acordo com as luzinhas traseiras daqueles bichinhos. A admiração era tal que só mais tarde pude me encontrar num abraço gostoso. Intencionalmente quente. Cordialmente frio.
Não pude dizer nada. Não pude sequer sair dali. Passei meu resto de eternidade naqueles poucos segundos dentro daqueles braços luminosos, iluminados e silenciosos. Qualquer palavra quebraria o encanto que Deus criou e nos presenteou naquela noite. Qualquer reação seria desnecessária. Então eu vivi…  Â
Só pude me recobrar quando eles voaram.
Talvez eles não tenham voado até hoje.
Eu senti medo. Não pelos animais na pista, e nem pela falta de rumo. Senti desproteção em relação à companhia. Minha presença ali seria inútil caso ele precisasse.
Era uma noite linda. Iluminada também pela lua. Mas da ponte, conseguiamos ver uma orquestra de vaga-lumes. Sintonizados tão brilhantemente que parecia haver uma intenção de hipnose. Era tudo tão simples e contraditoriamente tão encantador. Minha respiração se encontrou e a intensidade variava de acordo com as luzinhas traseiras daqueles bichinhos. A admiração era tal que só mais tarde pude me encontrar num abraço gostoso. Intencionalmente quente. Cordialmente frio.
Não pude dizer nada. Não pude sequer sair dali. Passei meu resto de eternidade naqueles poucos segundos dentro daqueles braços luminosos, iluminados e silenciosos. Qualquer palavra quebraria o encanto que Deus criou e nos presenteou naquela noite. Qualquer reação seria desnecessária. Então eu vivi…
Só pude me recobrar quando eles voaram.
Talvez eles não tenham voado até hoje.