“O pingo do i”

Discorde, é de graça e não te causa irritação.

12

de
março

É… melhor decolar sozinha nessa vida doida. Melhor descolar, tirar a cabeça daqui de perto e deixar fluirem as idéias. Afinal… a vida começa agora!

“Tá certo que o nosso mau
Jeito foi vital
Pra dispensar o nosso bom;
O nosso som pausou.

E, portanto, exposição;
A disposição cansou.
Secou da fonte da paciência
E nossa excelência ficou lá fora.

Solução é a solidão de nós.
Deixe eu me livrar das minhas marcas;
Deixe eu me lembrar de criar asas.

Deixa que esse verão eu faço só.
Deixa que esse verão eu faço só.
Deixa que nesse verão eu faço sol.

Só me resta agora acreditar
Que esse encontro que se deu
Não nos traduziu melhor.

A conta da saudade
Quem é que paga?
Já que estamos brigados de nada;
Já que estamos fincados em dor.

Lembra o que valeu a pena
Foi nossa cena não ter pressa pra passar”

9

de
março

Bioluminescência

Eu senti medo. Não pelos animais na pista, e nem pela falta de rumo. Senti desproteção em relação à companhia. Minha presença ali seria inútil caso ele precisasse.

Era uma noite linda. Iluminada também pela lua. Mas da ponte, conseguiamos ver uma  orquestra de vaga-lumes. Sintonizados tão brilhantemente que parecia haver uma intenção de hipnose. Era tudo tão simples e contraditoriamente tão encantador. Minha respiração se encontrou e a intensidade variava de acordo com as luzinhas traseiras daqueles bichinhos. A admiração era tal que só mais tarde pude me encontrar num abraço gostoso. Intencionalmente quente. Cordialmente frio.

Não pude dizer nada. Não pude sequer sair dali. Passei meu resto de eternidade naqueles poucos segundos dentro daqueles braços luminosos, iluminados e silenciosos. Qualquer palavra quebraria o encanto que Deus criou e nos presenteou naquela noite. Qualquer reação seria desnecessária. Então eu vivi…   

Só pude me recobrar quando eles voaram.

Talvez eles não tenham voado até hoje.

9

de
março

Brilho eterno de uma mente sem lembranças

Eu senti medo. Não pelos animais na pista, e nem pela falta de rumo. Senti desproteção em relação à companhia. Minha presença ali seria inútil caso ele precisasse.
Era uma noite linda. Iluminada também pela lua. Mas da ponte, conseguiamos ver uma orquestra de vaga-lumes. Sintonizados tão brilhantemente que parecia haver uma intenção de hipnose. Era tudo tão simples e contraditoriamente tão encantador. Minha respiração se encontrou e a intensidade variava de acordo com as luzinhas traseiras daqueles bichinhos. A admiração era tal que só mais tarde pude me encontrar num abraço gostoso. Intencionalmente quente. Cordialmente frio.
Não pude dizer nada. Não pude sequer sair dali. Passei meu resto de eternidade naqueles poucos segundos dentro daqueles braços luminosos, iluminados e silenciosos. Qualquer palavra quebraria o encanto que Deus criou e nos presenteou naquela noite. Qualquer reação seria desnecessária. Então eu vivi…
Só pude me recobrar quando eles voaram.
Talvez eles não tenham voado até hoje.

9

de
março

Brilho eterno de uma mente sem lembranças

Eu senti medo. Não pelos animais na pista, e nem pela falta de rumo. Senti desproteção em relação à companhia. Minha presença ali seria inútil caso ele precisasse.
Era uma noite linda. Iluminada também pela lua. Mas da ponte, conseguiamos ver uma orquestra de vaga-lumes. Sintonizados tão brilhantemente que parecia haver uma intenção de hipnose. Era tudo tão simples e contraditoriamente tão encantador. Minha respiração se encontrou e a intensidade variava de acordo com as luzinhas traseiras daqueles bichinhos. A admiração era tal que só mais tarde pude me encontrar num abraço gostoso. Intencionalmente quente. Cordialmente frio.
Não pude dizer nada. Não pude sequer sair dali. Passei meu resto de eternidade naqueles poucos segundos dentro daqueles braços luminosos, iluminados e silenciosos. Qualquer palavra quebraria o encanto que Deus criou e nos presenteou naquela noite. Qualquer reação seria desnecessária. Então eu vivi…
Só pude me recobrar quando eles voaram.
Talvez eles não tenham voado até hoje

9

de
março

“Brilho eterno de uma mente sem lembranças”

Eu senti medo. Não pelos animais na pista, e nem pela falta de rumo. Senti desproteção em relação à companhia. Minha presença ali seria inútil caso ele precisasse.
Era uma noite linda. Iluminada também pela lua. Mas da ponte, conseguiamos ver uma orquestra de vaga-lumes. Sintonizados tão brilhantemente que parecia haver uma intenção de hipnose. Era tudo tão simples e contraditoriamente tão encantador. Minha respiração se encontrou e a intensidade variava de acordo com as luzinhas traseiras daqueles bichinhos. A admiração era tal que só mais tarde pude me encontrar num abraço gostoso. Intencionalmente quente. Cordialmente frio.
Não pude dizer nada. Não pude sequer sair dali. Passei meu resto de eternidade naqueles poucos segundos dentro daqueles braços luminosos, iluminados e silenciosos. Qualquer palavra quebraria o encanto que Deus criou e nos presenteou naquela noite. Qualquer reação seria desnecessária. Então eu vivi…
Só pude me recobrar quando eles voaram.
Talvez eles não tenham voado até hoje.

8

de
março

caos diário…

meu pai está doente,

minha mãe está carente

minha irmã está à frente

meu irmão é o ausente

e eu… a delinquente!

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